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Mortgage Brokers, Lda · Intermediário de Crédito Vinculado, sem exclusividade · Reg. Banco de Portugal n.º 0008242

Transferência de crédito habitação: quando mudar de banco

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EM RESUMO
  1. 1 A transferência deve ser comparada pelo custo total, não só pelo spread
  2. 2 Confirme o regime de reembolso antecipado aplicável em 2026
  3. 3 FINE, TAEG e MTIC são peças centrais da decisão

Transferir o crédito habitação pode reduzir a prestação ou melhorar condições, mas só faz sentido quando a poupança compensa todos os custos e alterações contratuais. A comparação deve ir além do spread anunciado.

Quando vale a pena simular

Vale a pena simular quando a prestação pesa no orçamento, quando o spread atual está desajustado face ao perfil, quando os seguros encarecem a proposta ou quando o prazo remanescente ainda permite diluir custos. A poupança deve ser medida em euros, no prazo total, e não apenas na mensalidade inicial.

Custos que podem mudar a conta

Considere avaliação, registos, escritura ou documento particular autenticado, comissões, seguros e eventual comissão de reembolso antecipado. O Banco de Portugal indicou que a suspensão da comissão em contratos de habitação própria permanente a taxa variável vigorou até 31 de dezembro de 2025; em 2026 deve confirmar sempre o regime em vigor e a proposta escrita.

Como comparar propostas

Peça a FINE da nova proposta e compare TAN, TAEG, MTIC, prazo, prestação, produtos associados, seguros e custos iniciais. Se a nova prestação baixa porque o prazo aumenta, confirme o impacto no montante total a pagar. Uma boa transferência melhora equilíbrio e custo total, não apenas a sensação mensal.

Fontes consultadas

Este artigo tem fins informativos e não constitui aconselhamento financeiro, fiscal ou jurídico. Confirme sempre a informação aplicável ao seu caso com a entidade competente e na documentação pré-contratual. Mortgage Brokers, Lda - Intermediário de Crédito Vinculado, Reg. Banco de Portugal nº 0008242.

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